ENTREVISTA VIRTUAL – Com o pastor Elinaldo Renovato de Lima.

Pastor Presidente das Assembleias de Deus no Campo de Parnamirim/RN, fala sobre a volta dos cultos nos templos religiosos em tempo de Pandemia.

Portal Jornal de Parnamirim:

Pastor Elinaldo Renovato de Lima, como o senhor vê esse quadro atual da Pandemia do COVID 19?

Vejo como uma situação jamais imaginada para os tempos presentes. O que me preocupa é a politização do vírus e da doença. De um lado, vemos médicos, em todo o mundo, buscando soluções mais rápidas para salvar vidas, fazendo uso de medicamentos já testados, há longos anos, para o tratamento precoce ou profilático da enfermidade. Medicamentos de baixo custo, como hidroxicloroquina, Ivermectina, associados à Azitromicina e Zinco, têm salvo muitas vidas, na primeira fase da virose. Nos primeiros 5 dias. Por outro lado, vemos méicos, mandando as pessoas ficarem em casa, e só procurarem o hospital se ocorrer sintomas graves. Isso é um absurdo, pois, com o sprimeiros sintomas, na fase viral, as pessoas podem medicar-se e evitar a fase dois, que é chamada de fase inflamatória, e nunca ir para a fase tres, chamada pulmonar, quando precisam de internação, UTI, e intubação. Quase sempre, a maioria não volta mais para casa. Vão para o cemitério. Governadores e prefeitos, a maioria da esquerda, preferem esperar “medicamentos com comprovação científica”, em pesquisas que ainda demoram bastante. A meu ver isso é terrível. Uma irresponsabiidade para com a vida.

PJP:

Pr. Elinaldo, como pastor presidente do campo da Igreja Evangélica Assembleia em Parnamirim (ADPAR), região metropolitana de Natal. Com dezenas de congregações na cidade e também em outras cidades do interior do Estado do RN, na sua opinião os templos religiosos já podem receber os membros para culto?

Na minha opinião, podem, sim. Desde que obedeçam as orientações preventivas, de segurança, contra o vírus: uso de máscaras, de álcool em gel; mantendo o distanciamento entre as pessoas, bem como a não partivipação de pessoas dos chamados grupos de risco, tais como idosos, crianças, pesoas portadoras de determinadas doença, conforme os decreteos que regulam a liberação de frequencia aos cultos presenciais. Em Parnamirim, graças a Deus, o Prefeito Rosano Taveira, analisando os parâmetros técnicos da saúde, e atendendo os anseios dos evangélicos, através de seus pastores, elaborou e publicou o Decreto Municipal, que flexibiliza a frequência aos cultos, com 30% da capacidade dos templos. A ADPAR já deu início às reunuões, dentro desse novo padrão.

PJP:

Pr. Elinaldo, há nas redes sociais e nos meios de comunicação no país, pessoas com opiniões contrarias a volta dos cultos e reuniões religiosas, o quê o senhor tem a dizer sobre o assunto?

De fato. Dioceses católicas entendem que não devem liberar reuniões presenciais, até que haja uma vacina contra a enfermidade. Não conheço igrejas evangélicas, contrárias à liberação dos cultos presenciais. Entendo que não deve haver radicalização em torno desse assunto. Pode haver reuniões presenciais, nos templos, desde que sejam obedecidas as orientações da área da saúde.

PJP:

Pr. Elinaldo, quais as medidas para coibir o contágio pelo Covid 19, estão sendo tomadas nas Igrejas da Assembleia de Deus em Parnamirim (ADPAR)?

Estamos observando as medidas preventivas, determinadas pelo Decreto Municipal de Parnamirim. Conforme respondemos no item anterior.

PJP:

Pr. Elinaldo, Qual o trabalho está sendo realizado pela Igreja Evangélica de Deus em Parnamirim (ADPAR), nesse tempo de Pandemia, para orientação e prevenção dos membros?

Por meio das redes sociais, através dos grupos nessas redes, temos orientado as pessoas a cumprirem as orientações das autoridades da área da saúde, como as citadas no item acima: uso de alcool em gel; uso de máscaras; distanciamento de 1,5m. De igual modo, em todos os cultos, colocamos pessoas para monitorarem a entrada de pessoas aos cultos presenciais, com o percentual reduzido da frequencia. Eu mesmo, como pastor da igreja, não tenho comparecido aos cultos presenciais, por pertencer ao grupo de risco, de mais de 60 anos de idade; com isso, dou exemplo para os obreiros e membros em geral, com a idade de risco, não compareçam às reuniões.

Jornal de Parnamirim

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